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AS ELEIÇÕES PARA O GOVERNO DO PARÁ

O que podemos esperar nas eleições para o governo do estado em 2018? Em um estado que já foi governado pelo PMDB, PSDB, PT? Pela primeira vez o Pará poderá ser governado por um politico que não é do PMDB, PSDB, PT.
Depois de 12 anos de PMDB: – Jader Barbalho- 1982/1986 (PMDB);  Hélio Gueiros-1987/1990 (PMDB); – Jader Barbalho -1991/1995 (PMDB). Seguido de 12 anos de PSDB com Almir Gabriel-1994/1998- (PSDB), – Almir Gabriel 1998/2002 (PSDB), Simão Jatene-2002/2006 (PSDB). Tivemos um -pequeno longo intervalo com- quatro anos de governo do PT- Ana Júlia 2006/2010. E novamente 2011/2018-PSBD Simão Jatene.
Nas eleições 2018 os eleitores poderão ter uma postura pragmática e ignonar os políticos ficha suja, ou ter uma atitude de mudança. Façam suas apostas. Os partidos quando lançarem, seus candidatos estarão demonstrando qual a sua aposta.
Na última eleição para governador Simão Jatene disputou com Helder Barbalho. Muitas pessoas pensam e/ou desejam que as eleições 2018 será o terceiro turno sem a presença do Jatene, no caso só o Helder Barbalho disputando; o que lhe faria governador, inclusive alguns já o elegeram antes da horas, e sem os votos necessários para tanto.
O PSDB, o PT não tem candidatos, e o PMDB só tem um candidato: Helder Barbalho. Contudo, ele representa essa longa polarização: PSDB versus PMDB. E incorpora a face da oligarquia: os Barbalhos. O patriarca Jader Barbalho, a matriarca Elcione Barbalho, e o herdeiro Helder Barbalho.
A viabilidade da candidatura de Helder Barbalho ao governo do estado está dramaticamente casada à sobrevivência do governo TEMER, a possibilidade desse governo ser interrompido por corrupção, e ter seus ministros alvos da Lava jato, dentre eles Helder Barbalho, sem foro privilegiado será letal, posto que Helder se torna um mortal comum, mais próximo da justiça; sem estrutura governamental, para uma disputa para o governo do estado; somado ao fato de ser representante da oligarquia Barbalho. Torna a candidatura Helder uma possibilidade frágil.
Contudo, hoje existe uma possibilidade adicional, a ascensão de Rodrigo Maia(DEM) a presidência da república. Esta possibilidade tornaria as alianças nacional e estadual (des)estruturadas. Uma nova engenharia politica e novos personagens assumiriam o cenário.
Hoje, 2017, no estado do Pará o nome mais forte com chance de quebrar essa polarização para disputa do governo chamasse Márcio Miranda.  Ele não depende do governo Temer, não tem seu nome no Lava jato, é um politico Ficha Limpa, tem um perfil de politico agregador. Eleito para o terceiro mandato como presidente da Assembleia legislativa, fato inédito. Possui trânsito em todos as bancadas e todos os partidos. No campo econômico desfruta de prestigio junto ao setor das Indústrias, inclusive Minerais do Estado do Pará, o Simineral, o homenageou o com o título honorífico Minerador. Um hábil negociador, estrategista politico, e de perfil moderador, lhe da as credencias para governar o estado do Pará. Texto: Prof. Dr. Manoel Alves (Cientista Político, Professor da UEPA)

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