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O amor está no ar mesmo após 46 anos de casados

Na véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, casais comemoram o dia dos namorados. Na paróquia de São Sebastião, casais reafirmam a ideia de que a santidade do matrimônio é também um forte instrumento amoroso de evangelização, na certeza de que a profundidade do amor que se reconstrói a cada dia supera as dificuldades do cotidiano.

unnamedÉ o caso de José do Bonfin Carvalho da Costa, 70 anos, e Maria das Dores Souza da Costa, 65 anos, da comunidade de Santo Antônio, que no dia 18 de abril completaram 46 anos de casados com muitos frutos:  9 filhos e 12 netos.

Qual o segredo do casamento tão longo?

D. Maria das Dores responde: “Paciência, porque ela supera tudo e vence tudo. Casamento é compromisso sério, o que Deus uniu, o homem não separa”. Seu José completa: “É preciso ter capricho e a responsabilidade. Escolhi Maria das Dores para tirar a vida com ela”.

Os casais jovens também são testemunho vivo da santidade do casamento. É o caso de Bruno Ribeiro Cardoso e Rozangela Ribas, que casaram em 17 de dezembro de 2016, na comunidade de Nossa Senhora Aparecida. O namoro começou em 06 de junho de 2015, após conhecerem-se nos ensaios da quadrilha junina de um grupo de jovens, o Segue-Me. É Bruno quem diz: “Eu falei para ela que gostaria que o casamento fosse um instrumento de evangelização, como testemunho real do sacramento, o nascimento de uma família”.

Quem foi Santo Antônio

Santo Antônio, o santo casamenteiro, nasceu Fernando Antônio de Bulhões, em 15 de agosto de 1195, sendo o filho único de uma família nobre e rica. Hoje, é conhecido como protetor das coisas perdidas, protetor dos casamentos e protetor dos pobres. É também intitulado como o santo dos milagres, muitos feitos ainda em vida. Durante suas pregações em praças e em igrejas, muitos enfermos eram curados.

Santo Antônio não teve sermões específicos para matrimônios, mas auxiliava moças humildes a conseguir um dote e um enxoval para o casamento, nascendo daí a crença no santo casamenteiro. Conta-se que, em Nápoles, uma moça pobre rezou para o santo, que milagrosamente lhe entregou um bilhete e disse para procurar certo comerciante. No bilhete estava escrito que ele deveria dar moedas de prata equivalentes ao peso daquele papel. Para a sua surpresa, foram necessários 400 escudos para equilibrar a balança.

Com isso, o comerciante se lembrou da promessa de dar 400 escudos de prata que nunca havia entregado. Assim, a moça humilde pode se casar como os costumes da época.

Santo Antônio morreu em Pádua, Itália, em 13 de junho de 1231, com 36 anos. Por isso ele é conhecido como o Santo Antônio de Pádua. Antes de morrer nas portas de Pádua, ele clamou: ‘’ Ó virgem gloriosa que estais acima das estrelas, estou vendo o senhor’’. Em seguida, faleceu.

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